A CADEIRA É MINHA - A Sucessão da 1ª geração: o que está em jogo?
- CELINT

- há 4 dias
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Por André Reis, Eduardo Tamburus, Fernanda Chilotti, Gaspar Carreira Jr, Helder Azevedo, Marcos Strobel, Paulo Vendramini Martir, Pedro Meirelles, Ricardo Romano e Romolo Isaia
A dor que o artigo busca enfrentar é a leitura reducionista da sucessão como um processo exclusivamente jurídico, patrimonial ou organizacional. Nossa hipótese é que, na primeira geração, a sucessão só pode ser efetivamente compreendida quando se reconhece que ela mobiliza também dimensões subjetivas, simbólicas, psicológicas e emocionais, atravessadas pelo medo da perda de controle, da perda de relevância e, em última instância, da própria finitude. Quando esses elementos não são nomeados, tratados e acolhidos a tendência é que o debate sucessório permaneça interditado, mesmo em contextos em que já existem instrumentos formais disponíveis.
Agradecemos a equipe de produção técnica e operacional, pela orientação de Gaspar Carreira Jr, Sócio e Diretor Alumni Plus+® e Helder de Azevedo, coordenação de Fernanda Chilotti, edição e organização por Fernanda Chilotti e Marcos Strobel, promovido pelo CELINT - Centro de Estudos em Liderança e Governança Integrais.
Elaboração e desenvolvimento de André Reis, Eduardo Tamburus, Fernanda Chilotti, Gaspar Carreira Jr, Helder Azevedo, Marcos Strobel, Paulo Vendramini Martir, Pedro Meirelles, Ricardo Romano e Romolo Isaia.
Obrigado e boa leitura! #conselho #decisão #governança #estudo #sucessão #sucessãopatrimonial






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