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Como Conselheiro, você já está alinhado com a missão de garantir a longevidade do negócio por meio da Governança Integral?

4 de set.
2 min de leitura

Por Wanderlei Passarella, Sócio-fundador e Presidente do Conselho no CELINT


Você já sentiu que sua empresa tem uma miríade de dados e relatórios, mas, na prática, parece não sair do lugar?


Como Conselheiro ou Executivo, percebe a rapidez com que novos concorrentes surgem, desafiando estruturas antes consolidadas?


O Conselheiro do Futuro garante uma Governança Longeva e Sustentável


Estamos diante dos chamados “tempos líquidos” de Zygmunt Bauman. Modelos de negócio perdem forma, e a velocidade das mudanças muitas vezes paralisa. Nesse cenário, só ter métricas (“o que”) e ferramentas (“como”) não basta. É hora de se voltar ao “porquê”.


Na “vida como ela é nos Conselhos”, o excesso de informação, sem uma direção clara, não traz entendimento; gera confusão e paralisação. As decisões ficam para depois, e a empresa perde rumo.


Na Governança Integral, título que criei em meu livro “Reinvenção da Empresa – Projeto Ômega” e que virou a marca registrada da empresa que fundei com Aline Alvissus há dez anos atrás – o CELINT – a proposta de valor para cada público deve ser levada a cabo por meio de profissionais que trabalhem sua inteireza (corpo, mente, emoções e espírito) e sua integridade, de forma holística, analítica e sintética!


Na visão analítica, as partes são decompostas e estuda-se cada uma separadamente e matematicamente. Na visão sintética, é o todo que deve ser focado em conjunto e sinergicamente. O caminho não é acumular mais dados, mas buscar mais sentido.


Hoje, o principal papel do Conselho é conduzir a revisão do propósito da empresa. Refletir sobre a essência do negócio à luz dos novos tempos, aproximando os valores originais das transformações que vivemos.


Nessa linha, relembro que há três atividades principais do Conselho que formam a sua razão de ser: criar (em conjunto com executivos e acionistas) e dirigir a estratégia da empresa rumo a um futuro desejável; pilotar o valor da empresa e acompanhar as atividades críticas que levam ao desenvolvimento deste; supervisionar a estrutura e a cultura que vão levar à estratégia desejada e ao valor!


Um propósito claro e atualizado vira a bússola da organização, se transforma naquele norte que gera a coragem necessária para inovar sem deixar de lado a identidade.


Governar é uma disciplina humana. Precisa da sabedoria para perguntar onde dói e da coragem para enfrentar as respostas, mesmo as difíceis.


E seu Conselho, já está alinhado com essa missão para garantir a longevidade do negócio?


Avante!




 
 
 

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