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GOVERNANÇA E A FORÇA (FRAQUEZA?) DAS INSTITUIÇÕES

Por Wanderlei Passarella - Founder & Chairman no CELINT


Ministros no Conselho da Tupy colocam em cheque os avanços recentes que tivemos no fortalecimento da Governança das empresas de capital aberto e nas sociedades de economia mista, como atesta este artigo de Marcelo Trindade para o Valor Econômico.


O que vem acontecendo lentamente, com o aumento de notícias desse tipo, rasga o tecido de credibilidade com o aval das instâncias superiores da justiça, se o que está relatado no artigo for a expressão da verdade.


Quem trabalha com o desenvolvimento de Governança sente o ar mais denso, a preocupação aumentando e uma certa indignação com o curso dos acontecimentos. Vale tudo? Como frear esse tipo de "aparelhamento"?


Enquanto as empresas de capital fechado se estruturam para a implantação de Governança e promovem amplamente a educação e o aprimoramento de seu pessoal e de suas estruturas, o que esperar das empresas onde o Estado tem sua presença, seja diretamente ou por meio de seus bancos?


Precisamos debater este assunto, exercer nosso poder de indignação e esperar a reação dos órgãos reguladores, torcendo para que tenham a independência para agirem de forma a preservar a credibilidade e a poupança de milhões de brasileiros que investem nessas empresas...





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