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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL DEVE ESTAR NA PAUTA DO CONSELHO?

Por Wanderlei Passarella - Founder & Chairman no CELINT


Eu me arriscaria a dizer que os Conselhos deverão começar a se debruçar sobre as implicações, riscos e oportunidades que a IA trará para os negócios de suas empresas nos próximos cinco a dez anos, com afinco e certa urgência, e fazê-lo de forma estruturada.


AI in the Boardroom
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Creio que é um dos assuntos mais prementes e importantes, porque as consequências da IA podem sair do controle e criar disrupções inesperadas, assim como aconteceu com outros


negócios no passado dada a insurgência de tecnologias novas.


Mas, como realizar um assessment dos impactos em cada negócio? Esta excelente publicação do IoD - Institute of Directors traz um roteiro com diversas orientações neste sentido.


O grande problema é se o Conselho estiver totalmente tomado com as questões já levantadas como sendo prioridades e deixar de considerar um reajuste, com essa nova demanda. Em época de Chat GPT, LGPD, ESG, Transformação Digital e outros, o Conselho vai ficar sobrecarregado. Se não se estruturar poderá perder o trem da história...fácil de fazer? Não, muito pelo contrário. Em cada caso, uma parada para reaval


iação da pauta anual é indicada, bem como contar com a ajuda de quem está qualificado em cada assunto.


Tempos surpreendentes estes, principalmente para os Conselheiros, que em sua maioria já estão na maturidade e precisam se reinventar. É por isso que a diversidade em Conselhos nunca foi tão debatida. Os Conselheiros mais experientes são sempre o esteio


principal, mas os mais jovens, com grande bagagem experimental e visão de inovação começarão a ganhar certo espaço.


Bem vindo aos desafios que a Era da Complexidade vem trazendo para todos nós!!!


CELINT - Centro de Estudos em Liderança e Governança Integrais






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