top of page

O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DEVE INTERFERIR?

Por Wanderlei Passarella - Founder & Chairman no CELINT


Em casos como este do último jogo entre Real Madrid e Valencia, que envolve racismo, o Conselho das empresas patrocinadoras dos eventos devem “entrar em campo” para deliberarem sobre que curso de ação a empresa deve seguir?



Como sempre asseveramos, o Conselho existe para governar, dar os rumos, estudar e mitigar os riscos e, ainda, trabalhar pelo constante aprimoramento do pool de talentos da organização. Deve se debruçar sobre os pontos mais importantes para a “perenização adaptativa” da empresa.


Sem dúvida, um dos pontos mais importantes é o conceito da marca. E o alinhamento entre as ideias e palavras sobre ESG e a sua efetiva prática. Questões como essa envolvendo racismo devem imediatamente mobilizar o Board para que este discuta e preconize o caminho a seguir.


Num mundo interconectado, com as mídias sociais assumindo um papel chave na disseminação da informação e dos juízos de valor, como deixar pontos como este sem um grande debate interno feito por aqueles que tem maior experiência e visão?


Por isto, e por outros pontos que aumentam a complexidade de atuação em um Conselho, os Conselheiros precisam estar muito envolvidos com o que ocorre em suas empresas. Caso contrário, muito do que preconizam se torna “vazio”.


Conselheiros não podem mais atuar em mais do que quatro Conselhos. Talvez três seja o limite, dependendo das demandas das organizações em que atua. Cada dia surgem questões semelhantes a esta que podem, potencialmente, mobilizar a atenção do Board.


Há muito a aprender e muito a fazer quando o assunto é “Governança Corporativa”. O CELINT - Centro de Estudos em Liderança e Governança Integrais segue antenado, propiciando debates e aprendizados sobre as questões cotidianas da vida em Conselho. Avante!




3 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Comments


bottom of page