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DESAPRENDER – POR QUE SE TORNOU ESSENCIAL ATÉ NOS CONSELHOS?

Por Wanderlei Passarella - Founder & Chairman no CELINT


Aprender a aprender já se tornou lugar comum, desde que Peter Senge instituiu sua visão sobre o assunto e cunhou o termo “Learning Organizations”. Mas, que tal aprender a desaprender? Soa contraditório e paradoxal? Pois é. Nada fácil de entender e muito menos de praticar. Mas, absolutamente necessário no ambiente empresarial de hoje, embora seja muito, muito dolorido...



Aqui vão as duas questões centrais: por que e como aprender a desaprender? Porque o mundo das inovações trouxe uma figura chamada “disrupção” que recria produtos, serviços, negócios, formatos e modelos operacionais de formas tão diferentes que não deixam uma alternativa senão você apagar o paradigma anterior, que valia tão bem, para conseguir assimilar o novo!!! Não adianta ter uma compreensão incremental, é preciso uma nova compreensão, que só acontece se você esquecer os pressupostos anteriores, ou seja, desaprender. Agora é que são elas...Como fazer isso? 1. Em primeiro lugar é preciso HUMILDADE. Abandonar a arrogância do “eu sei” para a sabedoria socrática do “eu sei que nada sei!!!! 2. Em seguida, é preciso VONTADE. O ser humano é inteligência e vontade, como já disse Tomás de Aquino. Sem uma constância de propósitos, amparada pela motivação em continuar relevante no jogo, nada muda. 3. Por último, e não menos importante, é preciso tempo e DEDICAÇÃO. Participar de treinamentos e cursos, conversar com experts, ler artigos e livros. Testar pressupostos e adquirir visão nova sobre quesitos importantes. Disposto a embarcar nessa nova viagem? Pois quem não se dispuser, ficará ultrapassado, cada vez mais rápido, infelizmente. Sei o quanto de esforço é necessário, pela minha própria necessidade de aprendizagem diária. E os Conselheiros que estão no ápice do processo decisório das questões empresariais mais importantes? Estes, mais do que todos, devem se debruçar no que eu chamo de 3L – Life Long Learning – sim, todas as palavras separadas. Porque com essa separação criamos um belo aforismo: “aprendizado ao longo da vida e um longo aprendizado sobre a vida”. Se os Conselheiros não se aprofundarem nas novas demandas de negócios - recriações ou disrupções revolucionárias - e, ao mesmo tempo, sobre as grandes questões humanas seculares e arraigadas, nada de concreto conseguirão... Com tudo isso, vale um último discernimento a todos os profissionais: não se concentrem apenas na APARÊNCIA (títulos, “badges”, reconhecimentos) sem cuidar, sinceramente, da ESSÊNCIA... Food for thought! CELINT - Centro de Estudos em Liderança e Governança Integrais #conselheiro #governancacorporativa #empresafamiliar #carreira #aprendizagem #conselhoconsultivo #empresários #founders #partners #empreendedores #sucesso #empresas #diversidade #oportunidades #digital #wanderleipassarella



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